Os jovens e a participação cívica
Opinião
» 2016-04-20
» Afonso Borga
"Nunca me fiei muito nas notícias que revelam que os jovens estão hoje em dia cada vez mais alheados da participação cívica e política."
Dedicada aos voluntários do GASNova
Nunca me fiei muito nas notícias que revelam que os jovens estão hoje em dia cada vez mais alheados da participação cívica e política, talvez porque sempre contactei com uma série de jovens empenhados cívica e politicamente e me deixei influenciar por essa “onda” empreendedora e criativa. A verdade é que acredito que assistimos hoje a uma nova geração de jovens que se querem envolver nas várias decisões da sociedade e estão empenhados em construir caminhos alternativos e sustentáveis que conduzam à melhoria do bem-estar social. Claro que existem muitos jovens que ignoram problemas sociais e estão alheados da participação cívica e política, mas prefiro sempre olhar com entusiasmo e positividade para “aqueles” que estão empenhados e que realmente “fazem acontecer”.
E se me permitem, dando um claro exemplo do que pretendo transmitir, quando ingressei na faculdade entrei no GASNova, uma ONGD de que já falei por várias ocasiões neste espaço. Após quase 3 anos percebo que sou um jovem privilegiado por fazer parte de uma organização como o GASNova e por partilhar este projeto com jovens que me inspiram e fazem acreditar num futuro melhor. São jovens que, ao tomarem contacto com os vários problemas existentes na sociedade e com várias realidades sociais se consciencializam e responsabilizam para o papel que cada um tem para procurar formas de intervir face a esses problemas.
Este tipo de organizações são verdadeiras escolas de cidadania e de participação cívica, e um autêntico complemento à formação académica, por nos fazerem olhar o Mundo de outras perspetivas, para além da componente do voluntariado nacional e internacional que lhes estão subjacentes. É o despertar para uma nova consciência social, mais centrada no bem-estar dos outros e na necessidade de preservarmos o meio que habitamos.
Talvez eles não saibam, mas são eles que me fazem acreditar nas novas gerações, e me inspiram, com a sua garra e energia. São jovens como eles que, ao dedicarem parte do seu tempo e ao investirem horas de trabalho e dedicação a causas como o GASNova vão contrariando a onda negativa que, vagarosamente, se vem alastrando no nosso país e mostram que nós, jovens, temos uma palavra a dizer e queremos participar na construção de novos caminhos para o futuro.
© 2026 • www.jornaltorrejano.pt • jornal@jornaltorrejano.pt
Os jovens e a participação cívica
Opinião
» 2016-04-20
» Afonso Borga
Nunca me fiei muito nas notícias que revelam que os jovens estão hoje em dia cada vez mais alheados da participação cívica e política.
Dedicada aos voluntários do GASNova
Nunca me fiei muito nas notícias que revelam que os jovens estão hoje em dia cada vez mais alheados da participação cívica e política, talvez porque sempre contactei com uma série de jovens empenhados cívica e politicamente e me deixei influenciar por essa “onda” empreendedora e criativa. A verdade é que acredito que assistimos hoje a uma nova geração de jovens que se querem envolver nas várias decisões da sociedade e estão empenhados em construir caminhos alternativos e sustentáveis que conduzam à melhoria do bem-estar social. Claro que existem muitos jovens que ignoram problemas sociais e estão alheados da participação cívica e política, mas prefiro sempre olhar com entusiasmo e positividade para “aqueles” que estão empenhados e que realmente “fazem acontecer”.
E se me permitem, dando um claro exemplo do que pretendo transmitir, quando ingressei na faculdade entrei no GASNova, uma ONGD de que já falei por várias ocasiões neste espaço. Após quase 3 anos percebo que sou um jovem privilegiado por fazer parte de uma organização como o GASNova e por partilhar este projeto com jovens que me inspiram e fazem acreditar num futuro melhor. São jovens que, ao tomarem contacto com os vários problemas existentes na sociedade e com várias realidades sociais se consciencializam e responsabilizam para o papel que cada um tem para procurar formas de intervir face a esses problemas.
Este tipo de organizações são verdadeiras escolas de cidadania e de participação cívica, e um autêntico complemento à formação académica, por nos fazerem olhar o Mundo de outras perspetivas, para além da componente do voluntariado nacional e internacional que lhes estão subjacentes. É o despertar para uma nova consciência social, mais centrada no bem-estar dos outros e na necessidade de preservarmos o meio que habitamos.
Talvez eles não saibam, mas são eles que me fazem acreditar nas novas gerações, e me inspiram, com a sua garra e energia. São jovens como eles que, ao dedicarem parte do seu tempo e ao investirem horas de trabalho e dedicação a causas como o GASNova vão contrariando a onda negativa que, vagarosamente, se vem alastrando no nosso país e mostram que nós, jovens, temos uma palavra a dizer e queremos participar na construção de novos caminhos para o futuro.
Democracia ou totalitarismo, eis a questão! - antónio mário santos
» 2026-02-02
O resultado da primeira volta é esclarecedor. A direita neoliberal e social-democrata, dividida por três candidatos, saiu derrotada. A AD e a Iniciativa Liberal, os que mais sofreram: se Luís Marques Mendes soube assumir, com dignidade a derrota, João Cotrim Figueiredo demonstrou, de forma arrogante, a incapacidade duma perda absolutamente esperada, já que o centro-direita que a AD representa, nele, numa primeira volta, não votaria, e parte da sua base de apoio não liberal estava a ser disputada, nas redes sociais, pelo Chega. |
Primeira volta das Presidenciais - jorge carreira maia
» 2026-02-02
» Jorge Carreira Maia
As eleições de domingo, apesar de faltar ainda uma volta, têm vencedores e derrotados claros. Vencedores: António José Seguro. A sua vitória e votação, bem acima do expectável, tem um único protagonista: ele mesmo. |
Candidato à altura…
» 2026-01-15
» Hélder Dias
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Foi em legítima defesa!
» 2026-01-15
» Hélder Dias
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Heil Trump
» 2026-01-15
» Hélder Dias
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O teu petróleo ou a tua vida!
» 2026-01-15
» Hélder Dias
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Não há volta a dar. Não há volta a dar? - antónio mário santos
» 2026-01-14
» António Mário Santos
Não há volta a dar. Trump aplicou a doutrina Monroe e mais do que ela, segundo afirmou na conferência de imprensa sobre a captura de Maduro e de quem é quem no governo venezuelano. Os Estados Unidos da América irão governar, até haver uma transição, quando a considerarem, a seu interesse, possível. |
A esquerda e as presidenciais - jorge carreira maia
» 2026-01-14
» Jorge Carreira Maia
Olhemos para as eleições presidenciais. Mais especificamente, para as esquerdas e os seus candidatos, para comentar a estratégia de hara-kiri em que essas esquerdas parecem ser especialistas. Suicidar-se com honra, como velhos samurais caídos em desgraça perante o seu senhor. |
Silvester - carlos paiva
» 2026-01-14
» Carlos Paiva
A primeira corrida de S. Silvestre aconteceu no Brasil, em 1925. Assinala a data do falecimento de S. Silvestre, o trigésimo terceiro Papa, em 31 de Dezembro de 335. Foi durante o seu pontificado que terminou a perseguição romana aos cristãos. |
O primeiro orçamento deste novo ciclo autárquico é a prova dos nove - antónio gomes
» 2026-01-14
» António Gomes
Veremos o que aí vem, uma coisa é certa, orçamento que não olhe para o TUT e para o futuro da mobilidade urbana sustentável no território concelhio, assegurando um serviço de qualidade que passa, necessariamente, pelo aumento de autocarros a circular e alargando o seu âmbito territorial, não é um orçamento para o povo. |
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» 2026-01-15
» Hélder Dias
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