Warning: file_get_contents(http://api.facebook.com/restserver.php?method=links.getStats&urls=www.jornaltorrejano.pt%2Fopiniao%2Fnoticia%2F%3Fn-15d2d60f): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 404 Not Found in /htdocs/public/www/inc/inc_pagina_noticia.php on line 148
Jornal Torrejano
 • SOCIEDADE-  • CULTURA  • DESPORTO  • OPINIÃO
  Quinta, 05 Março 2026    •      Directora: Inês Vidal; Director-adjunto: João Carlos Lopes    •      Estatuto Editorial    •      História do JT
   Pesquisar...
Dom.
 14° / 6°
Céu nublado
Sáb.
 16° / 5°
Céu nublado
Sex.
 13° / 8°
Céu nublado com chuva fraca
Torres Novas
Hoje  16° / 9°
Céu nublado com chuva fraca
       #Alcanena    #Entroncamento    #Golega    #Barquinha    #Constancia 

O PSD e Ourém

Opinião  »  2008-11-20  »  Santana-Maia Leonardo

1. Alguns militantes e presidentes de Câmara do PSD ficaram muito melindrados com a minha intervenção em Ourém na qual considerei inadmissível o silêncio da direcção do partido face à gravidade dos factos ocorridos na Assembleia Regional da Madeira. Infelizmente os partidos políticos enfermam hoje dos mesmos vícios das famílias modernas. Ou seja, quando se trata de criticar os filhos dos outros, ninguém os cala, mas, quando se trata dos seus filhos, ninguém os ouve falar, a não ser para justificar as suas tropelias. Por alguma razão, isto está como está.

Eu não penso assim. Pelo contrário, considero que um partido, para ter credibilidade, não pode exigir aos outros aquilo que ele próprio não é capaz de exigir aos seus e de pôr em prática.

Todos nós sabemos, por experiência própria, que o Partido Socialista é um partido com vocação de poder terceiro-mundista que tem, na democracia de Hugo Chávez, a sua grande referência programática e ideológica. Ora, se o PSD é um partido que defende a democracia liberal e os valores a ela inerentes, não pode aceitar que um seu militante ou que uma sua estrutura desenvolva práticas que não respeitem estes valores ou os ponham em causa. Ou seja, não pode aceitar que um governante ou um presidente da Câmara do PSD se comporte como um verdadeiro socialista (de que José Sócrates é, aliás, o melhor exemplo). E a verdade é que, não só na Madeira mas também nalgumas câmaras do continente, não se consegue distinguir a governação social-democrata, defensora dos valores das democracias liberais, das governações autocráticas socialistas, que espezinham e perseguem todos aqueles que não veneram o seu poder.

Não adianta um partido andar a propor reformas aos portugueses se não tem capacidade sequer para se reformar a si próprio e de pôr em prática os valores que defende. Os valores da democracia liberal (ou seja, a liberdade de expressão e de imprensa, os direitos das minorias e da oposição, etc.) não podem ser usados apenas como arma de arremesso quando o PSD está na oposição. Pelo contrário, devem ser uma bandeira hasteada e empunhada por todos os governantes e autarcas sociais-democratas, no exercício das suas funções. E se o PSD não percebe isso, o melhor será deixar cair o «D».
 

2. O actual modelo de avaliação dos professores tem, pelo menos, a virtude de avaliar o grau de dureza das cabecinhas que nos governam, expondo à saciedade todos os vícios do sistema. Em primeiro lugar, o seu total desconhecimento do que é uma escola, para que serve e como funciona. Em segundo lugar, o seu total desconhecimento do que é uma empresa, como se organiza e quais são os seus objectivos.

Deste duplo desconhecimento, nasceu um projecto de avaliação que, se fosse aplicado numa empresa, levava ao seu encerramento num ápice. Qual era a empresa que aguentaria ter a linha de produção parada vários meses todos os anos para que os trabalhadores, em vez de trabalhar, passassem os dias a inventar e discutir grelhas para se avaliarem uns aos outros? E qual era o trabalhador que aceitaria ser avaliado por um igual (ou pior)?

Além disso, basta conhecer o nosso funcionalismo público para saber que qualquer linha que seja deixada nas suas mãos se transforma rapidamente num novelo que ninguém consegue desenlear. E esta cultura de complicar o que é fácil está tão entranhada no nosso funcionalismo público que não se pode deixar ao seu critério a implementação do que quer que seja. Basta, aliás, ler um regulamento interno de uma escola para se ficar logo elucidado. Só gente com um espírito muito tortuoso e complicado é que consegue transformar um regulamento interno que devia caber numa página num autêntico e intragável código civil, com centenas de artigos e de alíneas, que ninguém, no seu perfeito juízo, consegue ler.

http://sol.sapo.pt/blogs/contracorrente

 

 

 Outras notícias - Opinião


As cinco depressões do nosso descontentamento - carlos paiva »  2026-02-22  »  Carlos Paiva

O interesse do homem pelos movimentos e ciclos astrais é milenar. Por todo o planeta, monumentos e descobertas arqueológicas revelam esse interesse. Primariamente motivados pela passagem das estações do ano, ciclo do qual dependia o sucesso da agricultura, vital para a sobrevivência, até outras previsões, mais ligadas à superstição, embora calculadas por uma protociência baseada essencialmente no registo de acontecimentos coincidentes, por vezes justificados por vezes casuais, retiravam-se interpretações dos tempos por vir.
(ler mais...)


Desta vez é que é! - antónio gomes »  2026-02-22  »  António Gomes

Em todos os desastres naturais que têm afectado o território nacional, sem excepção, fazem-se diagnósticos e prometem-se novas atitudes. Isto sejam incêndios, cheias ou inundações ou ondas de calor.
(ler mais...)


Há que regionalizar o país a bem das populações! - antónio mário santos »  2026-02-22  »  António Mário Santos

Lembro-me de que, num passado eleitoral para a Presidência da República, segui, na segunda volta, a proposta de Álvaro Cunhal, para se pôr a cruz no quadradinho de Mário Soares, mesmo que certa esquerda desconfiasse mais deste do que de todos os vendedores da banha da cobra.
(ler mais...)


Regresso à História - jorge carreira maia »  2026-02-18  »  Jorge Carreira Maia

O Chanceler Alemão, Friedrich Merz, declarou que “A Europa regressou de umas férias da História”. Sublinhou que a ordem internacional, vinda com o fim da segunda guerra mundial, acabou. Voltar à História é uma péssima notícia.
(ler mais...)


Democracia ou totalitarismo, eis a questão! - antónio mário santos »  2026-02-02 

O resultado da primeira volta é esclarecedor. A direita neoliberal e social-democrata, dividida por três candidatos, saiu derrotada. A AD e a Iniciativa Liberal, os que mais sofreram: se Luís Marques Mendes soube assumir, com dignidade a derrota, João Cotrim Figueiredo demonstrou, de forma arrogante, a incapacidade duma perda absolutamente esperada, já que o centro-direita que a AD representa, nele, numa primeira volta, não votaria, e parte da sua base de apoio não liberal estava a ser disputada, nas redes sociais, pelo Chega.
(ler mais...)


Primeira volta das Presidenciais - jorge carreira maia »  2026-02-02  »  Jorge Carreira Maia

As eleições de domingo, apesar de faltar ainda uma volta, têm vencedores e derrotados claros. Vencedores:

António José Seguro. A sua vitória e votação, bem acima do expectável, tem um único protagonista: ele mesmo.
(ler mais...)


Candidato à altura… »  2026-01-15  »  Hélder Dias

Foi em legítima defesa! »  2026-01-15  »  Hélder Dias

Heil Trump »  2026-01-15  »  Hélder Dias

O teu petróleo ou a tua vida! »  2026-01-15  »  Hélder Dias
 Mais lidas - Opinião (últimos 30 dias)
»  2026-02-22  »  António Gomes Desta vez é que é! - antónio gomes
»  2026-02-18  »  Jorge Carreira Maia Regresso à História - jorge carreira maia
»  2026-02-22  »  Carlos Paiva As cinco depressões do nosso descontentamento - carlos paiva
»  2026-02-22  »  António Mário Santos Há que regionalizar o país a bem das populações! - antónio mário santos