ULS Médio Tejo: equipa vai melhorar acessos venosos de utentes com tratamentos prolongados
Sociedade » 2026-07-08
Equipa coordenada pelo Serviço de Anestesiologia arranca no Hospital de Tomar e será progressivamente alargada às unidades hospitalares de Abrantes e Torres Novas. A nova resposta aposta em formação especializada e tecnologia ecográfica para tornar a colocação de acessos venosos mais segura, precisa e confortável.
A ULS Médio Tejo está a implementar uma nova resposta hospitalar para tornar mais segura, precisa e confortável a colocação de acessos venosos, um procedimento essencial para muitos utentes internados ou em tratamento prolongado. A criação da nova Equipa de Acessos Vasculares Ecoguiados já iniciou actividade no Hospital de Tomar, sob coordenação do Serviço de Anestesiologia, e será progressivamente alargada às unidades hospitalares de Abrantes e Torres Novas.
A colocação de um acesso venoso é um dos procedimentos mais comuns em contexto hospitalar. No entanto, para alguns utentes, pode transformar-se num momento de grande desconforto, envolvendo várias tentativas, dor, ansiedade e, no limite, impactando o início dos tratamentos. Esta realidade é particularmente relevante nos doentes oncológicos, nos utentes internados durante períodos ou tratamentos prolongados, ou em pessoas com acesso vascular difícil.
A criação desta resposta na ULS Médio Tejo surge para enfrentar um problema com impacto clínico e organizacional significativo. Estima-se que a perda precoce de acessos venosos periféricos ocorra em cerca de 35% a 50% dos casos, por situações como obstrução, infiltração, flebite, extravasamento ou infecção no local de punção. Em Portugal, cerca de 25% dos utentes poderá necessitar de duas a oito tentativas até se conseguir uma punção venosa com sucesso, uma realidade que reforça a necessidade de equipas diferenciadas, formação específica e recurso a tecnologia ecográfica.
É neste contexto que a ULS Médio Tejo avança com a criação de uma equipa dedicada e diferenciada em acessos vasculares ecoguiados. Com recurso à ecografia, os profissionais de saúde conseguem visualizar os vasos sanguíneos em tempo real, identificar o acesso mais adequado e orientar a colocação de cateteres e outros dispositivos com maior precisão. Para o utente, esta abordagem pode significar menos picadas, menos dor, menos ansiedade e menor risco de complicações.
A implementação do projeto iniciou-se através da formação de uma equipa nuclear, composta por médicos anestesiologistas e enfermeiros, com treino teórico, simulação prática e prática supervisionada. A fase inicial decorre no Hospital de Tomar, tendo como base a Unidade de Cuidados Pós-Cirúrgicos, prevendo-se depois o alargamento progressivo da resposta às restantes unidades hospitalares da ULS Médio Tejo.
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ULS Médio Tejo: equipa vai melhorar acessos venosos de utentes com tratamentos prolongados
Sociedade » 2026-07-08
Equipa coordenada pelo Serviço de Anestesiologia arranca no Hospital de Tomar e será progressivamente alargada às unidades hospitalares de Abrantes e Torres Novas. A nova resposta aposta em formação especializada e tecnologia ecográfica para tornar a colocação de acessos venosos mais segura, precisa e confortável.
A ULS Médio Tejo está a implementar uma nova resposta hospitalar para tornar mais segura, precisa e confortável a colocação de acessos venosos, um procedimento essencial para muitos utentes internados ou em tratamento prolongado. A criação da nova Equipa de Acessos Vasculares Ecoguiados já iniciou actividade no Hospital de Tomar, sob coordenação do Serviço de Anestesiologia, e será progressivamente alargada às unidades hospitalares de Abrantes e Torres Novas.
A colocação de um acesso venoso é um dos procedimentos mais comuns em contexto hospitalar. No entanto, para alguns utentes, pode transformar-se num momento de grande desconforto, envolvendo várias tentativas, dor, ansiedade e, no limite, impactando o início dos tratamentos. Esta realidade é particularmente relevante nos doentes oncológicos, nos utentes internados durante períodos ou tratamentos prolongados, ou em pessoas com acesso vascular difícil.
A criação desta resposta na ULS Médio Tejo surge para enfrentar um problema com impacto clínico e organizacional significativo. Estima-se que a perda precoce de acessos venosos periféricos ocorra em cerca de 35% a 50% dos casos, por situações como obstrução, infiltração, flebite, extravasamento ou infecção no local de punção. Em Portugal, cerca de 25% dos utentes poderá necessitar de duas a oito tentativas até se conseguir uma punção venosa com sucesso, uma realidade que reforça a necessidade de equipas diferenciadas, formação específica e recurso a tecnologia ecográfica.
É neste contexto que a ULS Médio Tejo avança com a criação de uma equipa dedicada e diferenciada em acessos vasculares ecoguiados. Com recurso à ecografia, os profissionais de saúde conseguem visualizar os vasos sanguíneos em tempo real, identificar o acesso mais adequado e orientar a colocação de cateteres e outros dispositivos com maior precisão. Para o utente, esta abordagem pode significar menos picadas, menos dor, menos ansiedade e menor risco de complicações.
A implementação do projeto iniciou-se através da formação de uma equipa nuclear, composta por médicos anestesiologistas e enfermeiros, com treino teórico, simulação prática e prática supervisionada. A fase inicial decorre no Hospital de Tomar, tendo como base a Unidade de Cuidados Pós-Cirúrgicos, prevendo-se depois o alargamento progressivo da resposta às restantes unidades hospitalares da ULS Médio Tejo.
LIVRE vai ter Núcleo Intermunicipal Entroncamento - Torres Novas
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Em nota de imprensa, o Núcleo Distrital de Santarém do Partido LIVRE e os seus membros informam que, no passado dia 29 de Agosto de 2026 iniciou-se o processo de criação de um Núcleo Territorial Intermunicipal do Partido LIVRE que congregará os municípios do Entroncamento e Torres Novas. |
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Piscinas de verão abriram hoje, sexta-feira
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Renova abre a sua fábrica fundacional à criação contemporânea com residência artística de Igor Jesus
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