Câmara aceitou suspensão de três meses das obras do largo do Virgínia, paradas desde Abril
Sociedade » 2026-07-28
Na reunião do executivo municipal de 20 de Julho, a Câmara aprovou uma proposta de “auto de suspensão” dos trabalhos da obra do largo do Virgínia, atendendo a argumentos da empresa até aqui desconhecidos. Tudo tem que ver, alegadamente, com a levada que traz a água do açude real até à Central do Caldeirão e que, correndo durante séculos ao ar livre, foi tapada no início dos anos 60 do século passado, vendo-se apenas o troço que vai do açude real até perto do edifício do mesmo nome. Aí havia uma ponte e depois a levada corria até ao Caldeirão, numa extensão que presentemente está tapada com cimento armado e alcatrão por cima, obra dirigida pelo então fiscal dos serviços camarários António Pedro.
Havendo que demolir o revestimento actual de toda a zona do largo e da própria rua para assentar novos revestimentos, diz a empresa que no projecto não havia informação suficiente sobre a armadura que tapa a levada e das próprias áreas a demolir e que durante o Inverno, devido ao caudal da levada, não foi possível avaliar essas situações. Isto embora a chuva tenha parado em Fevereiro e o caudal da levada já esteja muito baixo há mais de dois meses.
Segundo a informação presente à Câmara, prestada pela directora do departamento de obras, o empreiteiro confirma que estão agora reunidas as condições para dar continuidade à obra, devendo as mesmas ter-se reiniciado em 27 de Julho. Ainda segundo a mesma informação, esta suspensão dos trabalhos não dá qualquer margem para que se verifique qualquer atraso na conclusão da obra, marcada para Março do próximo ano.
A proposta do auto de suspensão dos trabalhos (entre Abril e Julho) foi aprovada pelos socialistas e pelo vereador eleito pelo Chega e três abstenções dos vereadores do PSD.
NA FOTO, obras de cobertura da levada no início dos anos 60 do século passado
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Câmara aceitou suspensão de três meses das obras do largo do Virgínia, paradas desde Abril
Sociedade » 2026-07-28
Na reunião do executivo municipal de 20 de Julho, a Câmara aprovou uma proposta de “auto de suspensão” dos trabalhos da obra do largo do Virgínia, atendendo a argumentos da empresa até aqui desconhecidos. Tudo tem que ver, alegadamente, com a levada que traz a água do açude real até à Central do Caldeirão e que, correndo durante séculos ao ar livre, foi tapada no início dos anos 60 do século passado, vendo-se apenas o troço que vai do açude real até perto do edifício do mesmo nome. Aí havia uma ponte e depois a levada corria até ao Caldeirão, numa extensão que presentemente está tapada com cimento armado e alcatrão por cima, obra dirigida pelo então fiscal dos serviços camarários António Pedro.
Havendo que demolir o revestimento actual de toda a zona do largo e da própria rua para assentar novos revestimentos, diz a empresa que no projecto não havia informação suficiente sobre a armadura que tapa a levada e das próprias áreas a demolir e que durante o Inverno, devido ao caudal da levada, não foi possível avaliar essas situações. Isto embora a chuva tenha parado em Fevereiro e o caudal da levada já esteja muito baixo há mais de dois meses.
Segundo a informação presente à Câmara, prestada pela directora do departamento de obras, o empreiteiro confirma que estão agora reunidas as condições para dar continuidade à obra, devendo as mesmas ter-se reiniciado em 27 de Julho. Ainda segundo a mesma informação, esta suspensão dos trabalhos não dá qualquer margem para que se verifique qualquer atraso na conclusão da obra, marcada para Março do próximo ano.
A proposta do auto de suspensão dos trabalhos (entre Abril e Julho) foi aprovada pelos socialistas e pelo vereador eleito pelo Chega e três abstenções dos vereadores do PSD.
NA FOTO, obras de cobertura da levada no início dos anos 60 do século passado
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Obras do largo do Virgínia já mexem
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Rui Serrano foi reeleito presidente da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém para o mandato 2026-2028. Concluído o processo eleitoral para os órgãos sociais da associação, os associados renovaram a sua confiança na equipa directiva, dando início a um novo ciclo de governação que terá efeitos a partir de 24 de Julho. |
Biometano: artigo de José António Cerejo, no “Público”, atropela Ferreira e Silva
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Um longo artigo-reportagem publicado hoje no “Público”, da autoria de José António Cerejo, um dos mais conceituados jornalistas de investigação portugueses, não deixa pedra sobre pedra em todo o processo relativo à requerida instalação de uma unidade de biogás próximo de Árgea. |
Saúde: ULS Médio Tejo entre os primeiros hospitais europeus a utilizar tecnologia não invasiva para tratamento da dor lombar crónica
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A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) realizou três procedimentos inovadores para o tratamento da dor lombar crónica de origem facetária, utilizando o sistema Neurolyser XR, uma tecnologia de última geração baseada em ultrassons focalizados de alta intensidade (HIFU), guiados por fluoroscopia. |