Celebremos o 25 de Abril, lutemos pela dignidade no trabalho
Opinião
» 2026-04-18
» António Gomes
Poucos são os que entendem e menos ainda os que concordam com as alterações à legislação do trabalho que o governo do Montenegro quer impor a toda a força.
Ninguém pediu, ninguém reivindicou alterações legislativas para as relações do trabalho, nem sequer as confederações patronais, a coligação que apoia o governo não apresentou essas ideias em campanha eleitoral, não foram por isso sufragadas, não têm legitimidade.
Estas alterações só são entendíveis à luz de uma agenda política e ideológica do governo e da sua inclinação assumida para a direita extrema e para responder à pressão interna no PSD dos sectores passistas.
O problema das empresas reside, numas em encontrar trabalhadores qualificados, outras mão de obra indiferenciada, é um problema de contratação, de admissão de trabalhadores e não de despedimentos como consta do chamado pacote laboral.
Facilitar ainda mais os despedimentos, fragilizar ainda mais o mundo do trabalho, retirar-lhe algumas garantias conquistadas ao longo de muitos anos pelas gerações anteriores, é o fio condutor da proposta do governo.
Nem uma proposta para enfrentar os novos tempos, as novas tecnologias, os novos desafios que passam necessariamente por mais formação, mais escolaridade.
Os trabalhadores realizaram uma grande greve geral, a opinião pública e publicada vêm posicionando-se contra esta reforma, é hoje claramente maioritária a opinião de que este pacote laboral não faz falta nenhuma.
O Presidente da República está perante o seu primeiro choque com o governo, tem toda a legitimidade para impedir que esta proposta nunca chegue a ser lei, foi assim que se posicionou na campanha eleitoral e o número de votos que recebeu deixam-no absolutamente confortável para cumprir o prometido.
É neste quadro que celebraremos o 25 de Abril, com confiança no futuro, com a convicção de que o mundo do trabalho é o determinante na economia e que salários dignos são fundamentais para um País mais justo.
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Celebremos o 25 de Abril, lutemos pela dignidade no trabalho
Opinião
» 2026-04-18
» António Gomes
Poucos são os que entendem e menos ainda os que concordam com as alterações à legislação do trabalho que o governo do Montenegro quer impor a toda a força.
Ninguém pediu, ninguém reivindicou alterações legislativas para as relações do trabalho, nem sequer as confederações patronais, a coligação que apoia o governo não apresentou essas ideias em campanha eleitoral, não foram por isso sufragadas, não têm legitimidade.
Estas alterações só são entendíveis à luz de uma agenda política e ideológica do governo e da sua inclinação assumida para a direita extrema e para responder à pressão interna no PSD dos sectores passistas.
O problema das empresas reside, numas em encontrar trabalhadores qualificados, outras mão de obra indiferenciada, é um problema de contratação, de admissão de trabalhadores e não de despedimentos como consta do chamado pacote laboral.
Facilitar ainda mais os despedimentos, fragilizar ainda mais o mundo do trabalho, retirar-lhe algumas garantias conquistadas ao longo de muitos anos pelas gerações anteriores, é o fio condutor da proposta do governo.
Nem uma proposta para enfrentar os novos tempos, as novas tecnologias, os novos desafios que passam necessariamente por mais formação, mais escolaridade.
Os trabalhadores realizaram uma grande greve geral, a opinião pública e publicada vêm posicionando-se contra esta reforma, é hoje claramente maioritária a opinião de que este pacote laboral não faz falta nenhuma.
O Presidente da República está perante o seu primeiro choque com o governo, tem toda a legitimidade para impedir que esta proposta nunca chegue a ser lei, foi assim que se posicionou na campanha eleitoral e o número de votos que recebeu deixam-no absolutamente confortável para cumprir o prometido.
É neste quadro que celebraremos o 25 de Abril, com confiança no futuro, com a convicção de que o mundo do trabalho é o determinante na economia e que salários dignos são fundamentais para um País mais justo.
A encíclica de Leão XIV - jorge carreira maia
» 2026-06-07
» Jorge Carreira Maia
A primeira encíclica do Papa Leão XIV – Magnifica Humanitas – toca em duas áreas fulcrais para a humanidade. A área da tecnologia e a área política. A Inteligência Artificial (IA) não é rejeitada pelo Vaticano. |
Minudências que consomem - carlos paiva
» 2026-06-07
» Carlos Paiva
A micro gestão, em inglês micromanagement, é um dos erros de gestão mais combatido nas estruturas empresariais. Caracterizada pela centralização de decisões, ausência de delegação de tarefas e responsabilidades, obsessão com detalhes e comunicação unilateral entre camadas hierárquicas. |
O precipício ao virar da esquina - antónio mário
» 2026-06-07
» António Mário Santos
Algo vem ganhando força e expressão, nos últimos tempos, a nível nacional: a consciência da ingovernabilidade do sistema político. O aumento do descontentamento popular, ante a realidade sociopolítica da degradação da qualidade de vida no mundo do capitalismo neoliberal, alimentou o crescimento da extrema-direita. |
A verdade dos números - antónio gomes
» 2026-06-07
» António Gomes
Realizou-se recentemente um debate sobre segurança e criminalidade em Torres Novas, promovido pela respectiva Assembleia Municipal e que contou com um conjunto de entidades oficiais – Secretária Geral do Sistema de Segurança Interna, comandante do Destacamento territorial da GNR, subcomissário da esquadra da PSP de Torres Novas, do coordenador da protecção Civil concelhia e ainda da procuradora da República e coordenadora da Comarca de Santarém. |
Labregos & rufiões - acácio gouveia
» 2026-06-07
» Acácio Gouveia
(...) e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os chifres dez diademas, e sobre as cabeças um nome de blasfémia” - Apocalipse S. João 13.1 Parece mesmo um argumento de filme apocalíptico, saído dos estúdios de Holywood, candidato a um sucesso de bilheteira. |
O rio que maltratamos mata-nos a sede
» 2026-05-18
» António Mário Santos
Em 20 de Março último publiquei, neste periódico, um artigo intitulado «Falemos de Cultura e do que o Município pode criar». Apontava, entre outros aspectos, um dos erros que, na minha opinião, menorizava a dimensão da actividade, neste sector específico do município: a sua municipalização, assente na pura opção dos seus técnicos, sem atenção ao que, na comunidade, se ia construindo. |
Da importância da redenção
» 2026-05-18
» Jorge Carreira Maia
Descansemos do triste estado do mundo e falemos de outra coisa. Façamos mesmo como os jogadores de Xadrez do poema de Ricardo Reis: Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia /Tinha não sei qual guerra, / Quando a invasão ardia na Cidade / E as mulheres gritavam, / Dois jogadores de xadrez jogavam / O seu jogo contínuo. |
Obras públicas concelhias
» 2026-05-18
» António Gomes
Deviam ser levadas a sério, com rigor e transparência. Mas não, em Torres Novas parece que é tudo ao contrário. Muitos se lembrarão ainda do que foi o calvário para concluir o edifício do antigo hospital, hoje Paços do Concelho, e mais recentemente o “bairro dos pobres”, bairro na Calçada António Nunes, entre outros… fez-se este caminho e parece que vai continuar. |
Todo bem vestido e sem sítio para ir
» 2026-05-18
» Carlos Paiva
Existirá sempre um leque de temas infelizes, más decisões, incompetências, desleixos, corrupção, para alimentar qualquer cronista em qualquer jornal local. A abundância temática por vezes é tal que se perde o foco no essencial e deriva-se para o acessório. |
A aposta na mobilidade não pode parar
» 2026-05-04
» António Gomes
Comemorámos o 25 de Abril e foi uma grande comemoração. Fiquei um pouco mais descansado quanto ao futuro da nossa Liberdade, a rua em 1974 foi o que decidiu o desfecho daquela data e agora, no 52.º aniversário, a rua voltou a não deixar dúvidas absolutamente nenhumas, tantas foram as pessoas por esse País fora que quiseram dizer presente para assegurar a Democracia e a Liberdade. |
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» 2026-05-18
» Jorge Carreira Maia
Da importância da redenção |
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» 2026-05-18
» Carlos Paiva
Todo bem vestido e sem sítio para ir |
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» 2026-05-18
» António Gomes
Obras públicas concelhias |
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» 2026-05-18
» António Mário Santos
O rio que maltratamos mata-nos a sede |
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» 2026-06-07
» Jorge Carreira Maia
A encíclica de Leão XIV - jorge carreira maia |