UM ROTEIRO CAMONIANO NO RIBATEJO
Cultura » 2026-06-23
Foi apresentado em Santarém, no passado dia 20 de junho, depois de o ter sido em Lisboa (na Sociedade Portuguesa de Autores e Assembleia da República) e em Constância (Casa Memória de Camões), o livro “MANDA-ME AMOR CAMÕES E OUTROS AFINS”, da autoria de Vítor Serrão e Mário Rui Silvestre, com chancela das Edições Cosmos, editora galardoada há pouco com a Medalha de Honra da SPA.
Esta apresentação esteve a cargo do Comissário Nacional para as Celebrações do V Centenário do nascimento do Poeta de Portugal ( 1525), Prof. Dr. José Augusto Bernardes e além de ser o epílogo destas importantes celebrações que ocorreram durante quase dois anos por todo o mundo (Europa, América, Ásia e África, continentes onde Camões ainda continua a ser estudado e lembrado, nas mais diversas universidades e academias), foi também um honroso reconhecimento de Santarém (o «sempre enobrecido Scabelicastro», in Os Lusíadas III, 55), como terra da mãe de Luís Vaz de Camões e, segundo alguns autores, a terra dele próprio.
Um acto e uma apresentação que marca uma data celebrada um pouco por todo o mundo, numa altura em que o nome de Luís de Camões é cada vez mais o símbolo maior deste país e da Pátria Portuguesa, e será em breve o do novo Aeroporto Luís de Camões, que trará para esta região para onde está previsto pessoas de todos os continentes que conhecem e admiram Camões, e que será uma mais valia para o turismo Cultural de gente amante da Poesia e Literatura Portuguesa e elites culturais, em busca dos lugares onde o Poeta viveu, teve origem ou conviveu com amigos e outros poetas
O Prof. José Augusto Bernardes deixou a recomendação de e sempre esclarecido que Santarém (a que o poeta chamou "o sempre enobrecido Scabelicastro" n` Os Lusíadas) homenageie devidamente Camões, assinalando e valorizando os lugares históricos que, sabe-se hoje, estão ligados à sua biografia e obra.
Entre esses `sítios camonianos`, contam-se o largo e igreja do SS. Milagre, o solar dos Coutinho em Vaqueiros, os moinhos de Pernes, as ruínas do mosteiro de Vale de Figueira, e trechos do curso do Alviela, que merecem ser integrados num roteiro cultural a instituir no seio do Município. Se a estes lugares referenciais somarmos Punhete (Constância), lugar do `desterro de 1548`, a Torres Novas dos Lencastre, ou Abrantes dos respectivos Condes, muito presentes na obra, lírica e épica do poeta de Portugal, sendo o próprio Médio Tejo que se constitui uma espécie de palco do Ribatejo camoniano.
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UM ROTEIRO CAMONIANO NO RIBATEJO
Cultura » 2026-06-23
Foi apresentado em Santarém, no passado dia 20 de junho, depois de o ter sido em Lisboa (na Sociedade Portuguesa de Autores e Assembleia da República) e em Constância (Casa Memória de Camões), o livro “MANDA-ME AMOR CAMÕES E OUTROS AFINS”, da autoria de Vítor Serrão e Mário Rui Silvestre, com chancela das Edições Cosmos, editora galardoada há pouco com a Medalha de Honra da SPA.
Esta apresentação esteve a cargo do Comissário Nacional para as Celebrações do V Centenário do nascimento do Poeta de Portugal ( 1525), Prof. Dr. José Augusto Bernardes e além de ser o epílogo destas importantes celebrações que ocorreram durante quase dois anos por todo o mundo (Europa, América, Ásia e África, continentes onde Camões ainda continua a ser estudado e lembrado, nas mais diversas universidades e academias), foi também um honroso reconhecimento de Santarém (o «sempre enobrecido Scabelicastro», in Os Lusíadas III, 55), como terra da mãe de Luís Vaz de Camões e, segundo alguns autores, a terra dele próprio.
Um acto e uma apresentação que marca uma data celebrada um pouco por todo o mundo, numa altura em que o nome de Luís de Camões é cada vez mais o símbolo maior deste país e da Pátria Portuguesa, e será em breve o do novo Aeroporto Luís de Camões, que trará para esta região para onde está previsto pessoas de todos os continentes que conhecem e admiram Camões, e que será uma mais valia para o turismo Cultural de gente amante da Poesia e Literatura Portuguesa e elites culturais, em busca dos lugares onde o Poeta viveu, teve origem ou conviveu com amigos e outros poetas
O Prof. José Augusto Bernardes deixou a recomendação de e sempre esclarecido que Santarém (a que o poeta chamou "o sempre enobrecido Scabelicastro" n` Os Lusíadas) homenageie devidamente Camões, assinalando e valorizando os lugares históricos que, sabe-se hoje, estão ligados à sua biografia e obra.
Entre esses `sítios camonianos`, contam-se o largo e igreja do SS. Milagre, o solar dos Coutinho em Vaqueiros, os moinhos de Pernes, as ruínas do mosteiro de Vale de Figueira, e trechos do curso do Alviela, que merecem ser integrados num roteiro cultural a instituir no seio do Município. Se a estes lugares referenciais somarmos Punhete (Constância), lugar do `desterro de 1548`, a Torres Novas dos Lencastre, ou Abrantes dos respectivos Condes, muito presentes na obra, lírica e épica do poeta de Portugal, sendo o próprio Médio Tejo que se constitui uma espécie de palco do Ribatejo camoniano.
Barquinha Jazz regressa ao Centro Cultural de 4 a 6 de Setembro
» 2026-08-06
O Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha recebe, entre os dias 4 e 6 de Setembro, mais uma edição do Barquinha Jazz, iniciativa promovida pelo Município em parceria com o Clube de Instrução e Recreio Extuna, que volta a afirmar-se como um espaço privilegiado para a divulgação do jazz e da música improvisada, reunindo artistas de referência nacional e projetos de elevada qualidade artística. |
Alqueidão: “A quem vier”, de Filipe Branco
» 2026-08-06
A Casa do Povo de Alqueidão encheu por completo, na tarde deste domingo, 26 de Julho, para a apresentação do livro “A Quem Vier”, da autoria de Filipe V. Branco. Familiares, amigos, habitantes da aldeia e visitantes responderam em grande número ao convite, num momento marcado pela emoção, pela partilha e pela celebração das raízes de Alqueidão. |
Riachos: livros de David Garcia e Luís Mota
» 2026-08-06
A Feira d’Artes de Riachos serviu de palco no 28 de Julho para a apresentação do livro “Por Caminhos de Riachos”, da autoria de David Garcia. Fiel ao seu propósito de "não escrever por escrever, mas escrever com sentido", David Garcia explicou que cada texto do livro carrega uma mensagem, um desafio e um tributo à terra. |
Festival Silenzio de volta a Torres Novas
» 2026-06-20
Vem aí a II edição do Festival Silenzio, um encontro internacional de artes que terá lugar entre os dias 16 e 19 de Julho de 2026, no Estúdio Alfa, em Torres Novas. “Silenzio” é um projecto independente organizado pela Associação Cultural Paralelo 39, em parceria com a Junkyard Hounds Studios, o cineasta torrejano João Canuto e artista plástico riachense Diogo Pereirinha. |
Museu Municipal celebra 89.º aniversário com encontro "histórias e coleções que nos unem"
» 2026-06-15
O Museu Municipal Carlos Reis assinala, no próximo dia 20 de Junho, o 89.º aniversário da sua fundação. Inaugurado a 20 de Junho de 1937 sob a designação de Biblioteca-Museu Municipal de Torres Novas, o museu celebra a data com uma iniciativa dedicada à partilha de conhecimento e ao diálogo entre instituições museológicas. |
“A Bom Ritmo nas Igrejas da Cidade” (Salvador e Misericórdia) » 2026-06-12 O Município de Torres Novas irá promover, no próximo dia 20 de Junho, um passeio interpretativo nas igrejas do Salvador e da Misericórdia com o objectivo de que os participantes partam à descoberta do património natural e turístico do concelho de Torres Novas. |
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«Leituras para respirar e imaginar» - Especial início de Verão » 2026-06-12 A Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes promove, no próximo dia 20 de Junho, sábado, mais uma sessão da iniciativa «Leituras para respirar e imaginar», por ocasião do início de Verão. Com início marcado para as 10h30, a iniciativa destina-se a famílias e crianças dos 3 aos 8 anos. |
“Sinfónica” do Phydellius no Teatro Virgínia com jovens músicos do Médio Tejo » 2026-06-12 No próximo dia 20 de Junho (sábado), às 17h00, o Teatro Virgínia acolhe a edição XIX do EJIT’2026, projecto académico de orquestra sinfónica do Conservatório de Música do Choral Phydellius, com direcção artística do maestro Tiago Alves. |
Tomar Jazz entre 25 e 28 deste mês
» 2026-06-11
A cidade de Tomar volta a receber o Festival Tomar Jazz, que decorrerá entre os dias 25 e 28 de Junho de 2026, reunindo músicos consagrados, jovens talentos e projetos inovadores. Durante quatro dias, o festival levará concertos ao Cine-Teatro Paraíso, ao deck do Complexo Cultural da Levada e ao Jardim do Mouchão, numa programação que cruza música, artes visuais e formação artística, reforçando o papel de Tomar como um importante centro de dinamização cultural da região. |
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» 2026-08-06
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» 2026-08-06
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» 2026-08-06
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